O que dói, agora, são as cicatrizes
Marcas eternizadas do empoeirado
Ruínas de simulacros.
Embora bem feitos, ainda mera simulação.
Discursos vazios, da vã alteridade.
Do que vem a ser indiferente.
Pra mim, para o que fui e do que sou
O que é falso cai por si mesmo.
Você que lê, se identifique. Agora despido...
Ponto final do que nunca existiu,
Daquilo que não se diz, daquilo que não se mostra.
Nenhum comentário:
Postar um comentário