Num cubículo, numa alma pequena.
Agonia, palavras, silêncio...
Eu não sei o que fazer. Nunca sei. Nunca soube.
Hoje me encontro enfante. Perdida em minha vã filosofia.
Enclausurada neste cosmo, neste cômodo, neste incomodo, no incomum.
Hoje rogo em preces mudas, um desejo ácido. Uma saia rodada e muita vontade.
Suicida intima ao som de uma canção fúnebre.
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