ceder ao sopro: overdose cotidiana.
No bolso moedas largadas
no resto, refújio íntimo
Sonhos amontoados,
frustações bem passadas.
Aqui um instante ancestral
uma descontinuidade teatral.
Eu, algoritmo mal acabado
Fala torta, imigrante.
Eles, alteridade.
Ao todo, mentes degenaradas
Cosmo em criação
Um ritmo cristalizado
Caracteres desempregados.
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