segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Pela metade, coloquial.

- Quem sabe....agente pode tentar.
- Não. Não pode. Não mais...
- Eu gosto de você. Me encontro...
- Eu não. Eu gosto tanto de você, que em você me perco. Desse jeito mesmo...assim piegas, assim banal. E por isso, com tanto amor, pra mim não sobra amor nenhum. É tudo teu...
- Agente tenta....
- Agora tem que dar certo. Vá embora.
- Eu?
- É! Antes que eu vá. Quero ver sua bunda pela última vez.
- Poderia ser diferente...
- Não. Seria tudo igual...eu pedindo pouco, você querendo dar muito. Muito do que não tem.
- Tô numa fase destrutiva... Eu te falei. Não é assim...
- Talvez se fosse...Tem muita reticência aqui, tá tudo pela metade.
- Eu não!
- Nós!!! Vai agora...
- Antes de mim, vai você. A sua bunda é muito mais formosa do que a minha.
- Não começa! A casa é minha! E a bunda também! Vai!!!
- Vamos! Porque você vai comigo...
- Deixa de ser idiota! Eu tô sempre com você. Sou uma idiota, uma mulherzinha.
- Agente pode tentar...
- A minha bunda é a mais bonita.
- Mas sou eu quem dou o rabo.

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