Ás vezes como uma louca a vagar;
Ás vezes como uma puta no último andar
Em outras sem nada a buscar. Agora nunca.
Nunca sem derramar...
O egoísmo, as lágrimasa, a fome
O que não há. O infinito. Sem ponto final
Como tal, miragens absoletas
Feitas pra caminhar
Traçadas na sorte, no caminho incerto
No certo que há no morrer
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