na modernidade dos retratos,
encontro escrachados velhos desconhecidos.
Todos enfileirados, pintados a mão, maquiados com um batom fúnebre.
Rodeados de um silêncio gélido que denuncia seus desejos.
Todos imortais, todos eternos, todos artificiais como se não fossem desse mundo.
O meu desconhecido, o meu jubilo amigo, o meu regozijo, as minhas fotografias.
Tudo como se fosse meu. Um espaço vazio.
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