Lhe confio estas linhas por não confiar em ninguém. Estou completamente só. Somente eu, meus principios e esta grafia torta.
Faz algum tempo que ele se foi. Toocu minha mão, beijopu-me a testa. Sei que ele não queria isso e nem eu. Queriamos mais...
O impossível, não escrito, o que não foi dado. Talvez seja injustiça. Talvez seja o destino, ainda menino, brincando conosco. Talvez seja tudo isso.
E agora...agora não resta mais nada.
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