Não sei denotar os nomes, lavar os pratos, adivinhar desejos...
Calar com beijos internacionais, profanar.
Hoje não mais. Não mudo mais o tom do cabelo, o tom da voz, a estação de rádio.
Por hoje, as pílulas de felicidade, o auto engano, a pressunção.
Pura ilusão. Minha. Sua. Nossa... Compartilhada.
Hoje, íntimos. Pura química. Só falo do que sei.
Me calo então. Como Frida que também é Kahlo, só que sem as cores.
Sem amores, sem querer.
Por hoje, as minhas pílulas. Não me deixe esquecer.
De manhã e anoite.
Por favor, as minhas pílulas de utopia...
Um comentário:
Cada vez que passo por aqui, fico extasiado com seus poemas! saudades...
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